Questões de História do Brasil - Perguntas e Respostas Comentadas - Exercícios
questões de vestibulares
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Questões História do Brasil

REF. Perguntas / Respostas
vestibular Puc-rio-2006
tópico:História do Brasil

sub-grupo:Crise do Sistema Colonial
pergunta:Entre as ações empreendidas pelo governo joanino durante a permanência da Corte portuguesa no Rio de Janeiro (1808-1821), NÃO É CORRETO afirmar que houve:
a) a extinção do monopólio português sobre o comércio com o Brasil.
b) a concessão de vantagens econômicas aos comerciantes ingleses.
c) a suspensão do tráfico intercontinental de escravos.
d) a efetivação de uma política de expansão territorial.
e) a elevação do Brasil à condição de reino.



resposta:[C]

vestibular Puc-rio-2006
tópico:História do Brasil

sub-grupo:Repúlblica Oligárquica
pergunta:Durante a Primeira República (1889-1930), houve, na sociedade brasileira, revoltas que, a despeito das diferenças, expressaram a insatisfação e a crítica de grupos populares quanto aos mecanismos de exclusão social e política e às estratégias de expansão dos interesses oligárquicos, então vigentes. Assinale a afirmativa que identifica CORRETAMENTE revoltas dessa natureza:
a) Guerra de Canudos e Revolta da Vacina;
b) Revolta Federalista e Guerra do Contestado;
c) Revolta da Vacina e Revolta da Armada;
d) Revolta da Chibata e Revolta Federalista;
e) Guerra do Contestado e Revolta da Armada.



resposta:[A]

vestibular Cps-2004
tópico:História do Brasil

sub-grupo:Problemas Sociais
pergunta:CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO HUMANO (Sérgio Abranches) É possível se desenvolver, mudar, sem crescer economicamente? A resposta convencional é não. A resposta certa é sim. O crescimento, sobretudo medido pela renda per capita, ajuda, acelera, mas sua ausência não impede progresso em muitos campos importantes. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil retrata, exatamente, um país que muda e se desenvolve em aspectos cruciais, apesar do baixo crescimento médio. Por causa dessa mudança, acumula condições para maior e mais sustentável crescimento futuro. O cientista político Harold Wilenski demonstra que todas as democracias hoje ricas - econômica e socialmente falando - passaram por pelo menos nove mudanças estruturais de fôlego, com alguma variação de velocidade. São elas: redução do tamanho das famílias; expansão da educação de massas; diversificação da estrutura ocupacional, com expansão e diferenciação das classes médias e redução de camponeses e trabalhadores não qualificados; mudanças na organização e na jornada do trabalho; incorporação das mulheres à força de trabalho; tendência à redução das desigualdades de gênero e adoção progressiva de ações afirmativas para inclusão de minorias étnicas ou culturais; criação de uma rede de proteção social; circulação da informação política e cultural pela via dos meios de comunicação de massas; e crescimento dos setores intelectuais, científicos e de especialização técnica na classe média. O Brasil vem melhorando em todos esses pontos, nas últimas três ou quatro décadas, apresentando uma rede de proteção social ainda frágil e marcada por distorções distributivas que a tornam menos eficaz para os mais pobres. Vamos ser exigentes: comparar só os 99 países que estiveram no estudo desde 1975. O Brasil encontra-se entre os 48 que melhoraram de posição e tiveram ganhos de qualidade de vida nesses 26 anos. Subiu seis posições, da 46 para 40. Saiu de 0,643 de IDH para 0,777, muito perto da faixa do IDH alto, que é 0,8. Foram 47 os que perderam posição, a maioria países africanos que perderam qualidade de vida. Quatro não se moveram. A Venezuela caiu sete posições, porque quase não avançou. O Brasil está melhor que há dez, vinte ou trinta anos. Apesar das conjunturas negativas, não paramos de superar obstáculos. Nosso maior desafio, a desigualdade, pressupõe que antes reconheçamos que ela tem raízes profundas na discriminação dos negros. Com o crescimento, se ele for descentralizado, é possível reduzir a desigualdade territorial da renda, mas, se não adotarmos uma atitude afirmativa com relação a essa imensa minoria negra, quase a metade de nós, a metade mais apartada de nós, continuaremos muito desiguais. Todos melhoraremos, porém numa paralela que denunciará, sempre, nossa desigualdade mais durável. Fonte: Adaptado da revista "Veja", 16/07/03, página 30. Analise esta afirmação de Sérgio Abranches: "... se não adotarmos uma atitude afirmativa com relação a essa imensa minoria negra, quase a metade de nós, a metade mais apartada de nós, continuaremos muito desiguais." Com base em seus conhecimentos e na leitura do texto de Sérgio Abranches, assinale a alternativa que contém uma afirmação válida:
a) É possível perceber na fala do autor uma contradição, pois se os negros são quase metade da população brasileira não podem ser classificados como minoria.
b) Uma proposta de ação afirmativa para combater a desigualdade e incluir socialmente os negros é o sistema de cotas reservadas para eles nas áreas de educação e trabalho.
c) Na classificação "negros", que as instituições e correntes de pensamento que combatem a discriminação étnica costumam empregar, estão inseridos os "pretos" mas não os "pardos", pois eles não são afrodescendentes.
d) Se Abranches considerou os "negros" como "quase a metade de nós" é porque ele não soma os que são denominados "pretos" e "pardos" nas pesquisas, denominações estas, aliás, consideradas politicamente incorretas.
e) O Fundo Afro, o Centro de Articulação de Populações Marginalizadas, o Instituto Palmares de Direitos Humanos são exemplos de inclusão dos negros nos cargos de governo.



resposta:[B]

vestibular Cps-2004
tópico:História do Brasil

sub-grupo:Sistema Colonial Brasileiro
pergunta:Analise a figura e os textos a seguir:

(Adaptação de "Cidades Brasileiras: o passado e o presente", Rosicler Martins Rodrigues. São Paulo, Moderna, 1992, Coleção Desafios, 1992, ilustração de Roberto Caldas, p. 30). Por volta de 1554, assim se referiram alguns jesuítas ao local onde nasceu a cidade de São Paulo: - "Um local com ares frios e temperados como os de Espanha, com uma terra sadia, fresca e de boas águas." (Padres jesuítas da Companhia de Jesus em carta aos superiores na Europa, 1554). - "O caminho é mui áspero e, segundo creio, o pior que há no mundo (...) Dificultosamente podem subir nenhuns animais, e os homens sobem com trabalho e às vezes de gatinhas." (Pe. José de Anchieta, em carta, aos superiores, logo que chegou, sobre a subida da serra do Mar, por volta de 1554). Nas comunicações feitas pelos jesuítas estão contidas informações sobre algumas circunstâncias que influenciaram não só na fundação do Colégio de São Paulo como nas características dos primeiros tempos da colonização européia na região. Sobre essas circunstâncias é válido destacar:
a) O clima mediterrâneo e a presença de rios, como, por exemplo, o Tamanduateí, que propiciaram o desenvolvimento da atividade pesqueira em nível comercial.
b) A inexistência de índios na região, o isolamento propiciado pela colina onde o Colégio foi erguido e a pouca influência indígena na cultura dos primeiros paulistas.
c) O terreno plano e alto, a floresta temperada que o recobria e a extração do pau-brasil para fabricação de tinta na Europa.
d) A inviabilidade de cultivar cana para exportação do açúcar devido à dificuldade em conduzir o produto ao porto de Santos.
e) O enriquecimento dos colonos paulistas com a lavoura do café, planta que se dava bem com o clima frio e as freqüentes geadas ocorridas na região.


resposta:[D]

vestibular Cps-2004
tópico:História do Brasil

sub-grupo:Repúlblica Oligárquica
pergunta:No bairro do Brás, em São Paulo, mantém-se preservado e imponente o prédio da antiga Hospedaria dos Imigrantes (hoje transformado em Museu), onde os recém-chegados tinham pouso garantido por seis dias até que fossem contratados através da Agência Oficial de Colocação.

Dormitório da Hospedaria dos Imigrantes. Dentro das baias, à direita da foto, dormiam as mulheres e as crianças; nas camas, em frente às baias, os homens, (São Paulo, csp, 1910). O Decreto n¡. 2.400, de 9 de julho de 1913, considerava "(...) imigrantes, para os efeitos da Lei, os estrangeiros de menos de 60 anos de idade, constituídos em família ou solteiros, que, como agricultores, jornaleiros, operários ou artistas, provando sua moralidade e aptidões, viessem estabelecer-se no território do Estado, sendo transportados como passageiros de terceira classe à própria custa ou tendo a passagem paga, no todo ou em parte, pelo Estado, pelas municipalidades ou por empresas particulares agrícolas ou de colonização. Também se consideravam imigrantes, para os efeitos da Lei, os trabalhadores nacionais procedentes de outros Estados que viessem fixar-se neste." (Adap. de "A Imigração e as Condições do Trabalho em São Paulo", Secretaria da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, Departamento Estadual do Trabalho, Seção de Informações, São Paulo: Tipografia Brasil, de Rothschild & Cia, 1915) A análise do documento permite concluir que
a) a lei em São Paulo não considerava como iguais todos os trabalhadores brasileiros.
b) os estrangeiros idosos eram privilegiados e favorecidos pela lei.
c) a lei garantia a liberdade religiosa e política para todos os imigrantes.
d) o custo com o transporte dos imigrantes era pago pelas empresas particulares de colonização.
e) somente ficavam na Hospedaria dos Imigrantes aqueles que tivessem viajado às próprias custas e pudessem pagar sua hospedagem.


resposta:[A]

vestibular Cps-2004
tópico:História do Brasil

sub-grupo:Repúlblica Oligárquica
pergunta:Por ocasião das comemorações dos 450 anos da cidade de São Paulo, a TV Globo levou ao ar o seriado "Um só coração", que popularizou a imagem de alguns representantes importantes da Semana de Arte Moderna, realizada no teatro Municipal de São Paulo em 1922, ano do centenário da Independência do Brasil. "Contra a cópia, a invenção!", escrevia o poeta Oswald de Andrade, integrante do movimento modernista que propunha o processo de antropofagia cultural como um novo caminho para "o descobrimento do Brasil pelos próprios brasileiros". Algumas tribos indígenas adotavam um ritual antropofágico, que consistia em comer a carne dos prisioneiros que demonstrassem coragem ou outros atributos admiráveis, acreditando que, dessa forma, poderiam assimilá-los e tornarem-se melhores. Considerando-se a "antropofagia cultural" proposta pelo Movimento Modernista é válido afirmar que ele
a) contrapunha-se à influência da cultura européia, sobretudo francesa, substituindo-a pela reprodução da cultura norte-americana, considerada superior.
b) não propunha a eliminação das influências européias, que considerava representar a Modernidade, mas "devorá-las" e mesclá-las com a cultura de raízes brasileiras.
c) pregava o descarte e a eliminação de toda e qualquer influência européia, pois ela representava o atraso dos tempos do colonialismo.
d) orientava-se para a volta aos padrões culturais simples dos primeiros tempos da colonização portuguesa, não contaminada ainda pelas culturas indígenas e africanas.
e) valorizava toda manifestação cultural brasileira que expressasse suas raízes indígenas, africanas e caipiras e descartava aquelas originadas da dominação portuguesa no Brasil.



resposta:[B]

vestibular Ueg-2006
tópico:História do Brasil

sub-grupo:Crise do Sistema Colonial
pergunta:A transferência da família real portuguesa para o Brasil em 1808 causou intensa movimentação no panorama da colônia. Estima-se que mais de 10.000 pessoas aportaram no Rio de Janeiro. Sobre tal contexto, é CORRETO afirmar:
a) A ruptura do pacto colonial e o processo de independência são dois acontecimentos estreitamente relacionados com o estabelecimento da corte portuguesa no Brasil.
b) D. João VI transferiu-se de Portugal para o Brasil em função do intenso progresso econômico da colônia, garantido pela exploração aurífera.
c) A chegada da família real trouxe como resultado uma repressão sistemática ao comércio de escravos e, ao mesmo tempo, o incentivo à exportação de produtos manufaturados para a Europa.
d) A reciprocidade de interesses entre a Coroa portuguesa e as elites locais pode ser percebida no esforço conjunto para escapar da influência econômica inglesa.



resposta:[A]

vestibular Ueg-2006
tópico:História do Brasil

sub-grupo:Repúlblica Oligárquica
pergunta:Os anos iniciais da República foram marcados por rupturas e continuidades que vão além da mudança de regime político. Sobre esse período, é CORRETO afirmar:
a) A passagem do regime imperial para o regime republicano transformou o panorama político das províncias através do processo de centralização, observado na política do "encilhamento".
b) Como no restante do país, a mudança de regime em Goiás provocou a ascensão de novos grupos sociais que vinham se organizando sob as bandeiras do abolicionismo e do republicanismo.
c) A dicotomia entre o Brasil litorâneo e o Brasil sertanejo é explícita: em oposição à modernidade do Rio de Janeiro, misticismo, banditismo e pobreza caracterizam o interior do país.
d) O predomínio dos grupos urbanos, oriundos do comércio e da indústria, possibilitando uma maior representatividade das camadas populares, é uma realidade, como se observa já no governo de Campos Sales.



resposta:[C]

vestibular Ueg-2006
tópico:História do Brasil

sub-grupo:Revolução de 64 - Ditadura Militar
pergunta:

A Copa do Mundo de Futebol, para o Brasil, tem significados que transcendem o aspecto esportivo, uma vez que é um dos principais símbolos da identidade nacional. Por isso, a apropriação política deste evento pelos sucessivos governos é bastante freqüente. Em relação à conquista do tricampeonato mundial de futebol em 1970, é CORRETO afirmar:
a) Foi utilizada como propaganda ideológica pelo regime militar, reforçada com slogans ufanistas, tais como "Ninguém segura este país" e "Brasil, ame-o ou deixe-o".
b) Transformou a mentalidade brasileira em relação aos problemas raciais, pois mostrou o valor dos atletas negros, estimulando políticas públicas de inclusão social.
c) Foi utilizada pelo regime militar como um meio de desviar as atenções para a forte estagnação econômica ocorrida no Brasil nesse período.
d) Estimulou os movimentos populares a contestarem o regime militar, através das constantes declarações dos jogadores da Seleção à imprensa internacional, denunciando as arbitrariedades do regime.


resposta:[A]

vestibular Enem-2006
tópico:História do Brasil

sub-grupo:Sistema Colonial Brasileiro
pergunta:No princípio do século XVII, era bem insignificante e quase miserável a Vila de São Paulo. João de Laet davalhe 200 habitantes, entre portugueses e mestiços, em 100 casas; a Câmara, em 1606, informava que eram 190 os moradores, dos quais 65 andavam homiziados*. *homiziados: escondidos da justiça Nelson Werneck Sodré. "Formação histórica do Brasil". São Paulo: Brasiliense, 1964. Na época da invasão holandesa, Olinda era a capital e a cidade mais rica de Pernambuco. Cerca de 10% da população, calculada em aproximadamente 2.000 pessoas, dedicavam-se ao comércio, com o qual muita gente fazia fortuna. Cronistas da época afirmavam que os habitantes ricos de Olinda viviam no maior luxo. Hildegard Féist. "Pequena história do Brasil holandês". São Paulo: Moderna, 1998 (com adaptações). Os textos apresentados retratam, respectivamente, São Paulo e Olinda no início do século XVII, quando Olinda era maior e mais rica. São Paulo é, atualmente, a maior metrópole brasileira e uma das maiores do planeta. Essa mudança deveu-se, essencialmente, ao seguinte fator econômico:
a) maior desenvolvimento do cultivo da cana-de-açúcar no planalto de Piratininga do que na Zona da Mata Nordestina.
b) atraso no desenvolvimento econômico da região de Olinda e Recife, associado à escravidão, inexistente em São Paulo.
c) avanço da construção naval em São Paulo, favorecido pelo comércio dessa cidade com as Índias.
d) desenvolvimento sucessivo da economia mineradora, cafeicultora e industrial no Sudeste.
e) destruição do sistema produtivo de algodão em Pernambuco quando da ocupação holandesa.



resposta:[D]

vestibular Enem-2006
tópico:História do Brasil

sub-grupo:República Liberal
pergunta:A moderna democracia brasileira foi construída entre saltos e sobressaltos. Em 1954, a crise culminou no suicídio do presidente Vargas. No ano seguinte, outra crise quase impediu a posse do presidente eleito, Juscelino Kubitschek. Em 1961, o Brasil quase chegou à guerra civil depois da inesperada renúncia do presidente Jânio Quadros. Três anos mais tarde, um golpe militar depôs o presidente João Goulart, e o país viveu durante vinte anos em regime autoritário. A partir dessas informações, relativas à história republicana brasileira, assinale a opção correta.
a) Ao término do governo João Goulart, Juscelino Kubitschek foi eleito presidente da República.
b) A renúncia de Jânio Quadros representou a primeira grande crise do regime republicano brasileiro.
c) Após duas décadas de governos militares, Getúlio Vargas foi eleito presidente em eleições diretas.
d) A trágica morte de Vargas determinou o fim da carreira política de João Goulart.
e) No período republicano citado, sucessivamente, um presidente morreu, um teve sua posse contestada, um renunciou e outro foi deposto.



resposta:[E]

vestibular Enem-2006
tópico:História do Brasil

sub-grupo:Revolução de 64 - Ditadura Militar
pergunta:Os textos a seguir foram extraídos de duas crônicas publicadas no ano em que a seleção brasileira conquistou o tricampeonato mundial de futebol. O General Médici falou em consistência moral. Sem isso, talvez a vitória nos escapasse, pois a disciplina consciente, livremente aceita, é vital na preparação espartana para o rude teste do campeonato. Os brasileiros portaram-se não apenas como técnicos ou profissionais, mas como brasileiros, como cidadãos deste grande país, cônscios de seu papel de representantes de seu povo. Foi a própria afirmação do valor do homem brasileiro, como salientou bem o presidente da República. Que o chefe do governo aproveite essa pausa, esse minuto de euforia e de efusão patriótica, para meditar sobre a situação do país. (...) A realidade do Brasil é a explosão patriótica do povo ante a vitória na Copa. Danton Jobim. "Última Hora", 23/6/1970 (com adaptações). O que explodiu mesmo foi a alma, foi a paixão do povo: uma explosão incomparável de alegria, de entusiasmo, de orgulho. (...) Debruçado em minha varanda de Ipanema, [um velho amigo] perguntava: - Será que algum terrorista se aproveitou do delírio coletivo para adiantar um plano seu qualquer, agindo com frieza e precisão? Será que, de outro lado, algum carrasco policial teve ânimo para voltar a torturar sua vítima logo que o alemão apitou o fim do jogo? Rubem Braga. "Última Hora", 25/6/1970 (com adaptações). Avalie as seguintes afirmações a respeito dos dois textos e do período histórico em que foram escritos. I. Para os dois autores, a conquista do tricampeonato mundial de futebol provocou uma explosão de alegria popular. II. Os dois textos salientam o momento político que o país atravessava ao mesmo tempo em que conquistava o tricampeonato. III. À época da conquista do tricampeonato mundial de futebol, o Brasil vivia sob regime militar, que, embora politicamente autoritário, não chegou a fazer uso de métodos violentos contra seus opositores. É correto apenas o que se afirma em
a) I.
b) II.
c) III.
d) I e II.
e) II e III.



resposta:[D]